14 março 2013

A menina que fui um dia...


E de repente chega o momento de deixar de lado as coisas de menina e crescer.
Crescer é inevitável, amadurecer é necessário, mas nem sempre estamos preparadas para deixar de ser criança.
Mesmo quando temos a consciência de que temos idade o suficiente para sermos chamadas de mulheres.
As vezes é difícil amadurecer, fazer algumas escolhas que constatem o fato de que eu cresci, sou adulta e preciso agir como tal.
Mas isso não quer dizer que eu tenha que me esquecer da menina que fui um dia e da menina que há dentro de mim e que sempre se aflora, àquela que sonha, brinca, ama, chora e o mais importante, inocente, essa jamais deve ser deixada no esquecimento.
Se todos nós conseguíssemos manter a inocência de uma criança o mundo seria um lugar bem melhor pra se viver.
No entanto encarar a realidade de que não podemos ir para a terra no Nunca onde as crianças permanecem crianças para sempre porque isto é impossível e acredito que mesmo que tal lugar fosse real, eu não iria pra lá, escolheria crescer, porque apesar das responsabilidades e dificuldades que encontramos pelo caminho do amadurecimento também aconteceram coisas muito boas e pessoas especiais que fazem tudo isso valer a pena.
É engraçado que quando somos crianças temos um desejo enorme de crescer, e quando crescemos nos damos conta de como era bom ser criança. O ser humano nunca está satisfeito com o atual estado.
Enfim, os dias passam para todos, e este final de semana eu completo mais um ano de vida, e graças a Deus por isso, mas o meu sincero desejo é que mesmo quando eu estiver velhinha toda enrugadinha e caidinha (eu ri disso), quero ter bem viva dentro de mim a menina que fui um dia, manter o espírito sempre jovem é essencial!

Alma de menina, coração de poeta

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